“O que incomoda é o jornalismo preguiçoso, de não saber o que perguntar e perguntar qualquer coisa. O jornalismo baseado na polêmica. É muito comum hoje em dia a polêmica ser a tônica do jornalismo, como se o papel do jornalista fosse descobrir um ponto fraco. Eu, particularmente, acho que o trabalho do jornalista é um trabalho muito importante, assim como o trabalho de uma pessoa publica do governo ou do estado. Eles têm uma responsabilidade, um papel importante. As pessoas lêem ou ouvem aquilo que vocês fazem e tomam como verdade, como uma coisa que é feita com critério. Isso influencia a opinião das pessoas e esse tipo de pergunta leviana, sem profundidade, acaba levando às pessoas a terem uma impressão errada.”
Amarante, Rodrigo
Espero sinceramente não me arrepender destas palavras que aqui escrevo e que aqui escreverei. Não quero entrar neste blog em 2020, por algum motivo, e me lembrar das coisas absurdas e sem sentido que eu escrevo.
Ontem encontrei um diário perdido. Eu estava com 14 anos, quase 15, e quando comecei a ler não acreditei nas história tolas e sem sentido que eu escrevia. Não era possível. Aquela garota não era eu! Brigas bestas, comentário maldosos sobre pessoas que eu mal conhecia, julgamentos fúteis, coisas fúteis do tipo como briga com os pais que me levaram a ler isso: “odeio a minha mãe! odeio meu pai! aqueles…” Não vale a pena comentar.
Por isso, meu querido diário, lembre-se desde post para sempre e não me deixe repetir os erros do passado, afinal, errar é humano, mas errar duas vezes é burrice!
Espero sinceramente não me arrepender destas palavras que aqui escrevo e que aqui escreverei. Não quero entrar neste blog em 2020, por algum motivo, e me lembrar das coisas absurdas e sem sentido que eu escrevo.
Ontem encontrei um diário perdido. Eu estava com 14 anos, quase 15, e quando comecei a ler não acreditei nas história tolas e sem sentido que eu escrevia. Não era possível. Aquela garota não era eu! Brigas bestas, comentário maldosos sobre pessoas que eu mal conhecia, julgamentos fúteis, coisas fúteis do tipo como briga com os pais que me levaram a ler isso: “odeio a minha mãe! odeio meu pai! aqueles…” Não vale a pena comentar.
Por isso, meu querido diário, lembre-se desde post para sempre e não me deixe repetir os erros do passado, afinal, errar é humano, mas errar duas vezes é burrice!
Alívio. Ah, não é para tanto também. Essa vitória do Palmeiras já estava escrito nas estrelas desde quando ganharam da Ponte no Moisés. Mas ninguém, nem mesmo a macaca, acreditava que a vitória ia vir de tantos gols de diferença.O fato é que eu, bugrina desde o final do campeonato paulista de 2008, estou com um sorriso estampado no rosto, inquieta e querendo sair pelas ruas de Campinas comemorando com os palmeirenses. Aaaaaah, como é bom! Tudo o que eu menos queria era uma vitória da Ponte. Não é só pelo motivo de serem o time rival – e sem título – do Guarani. Mas essa vitória significaria uma tarde cheira de gritaria, de buzinas, de fogos que se estenderiam até de madrugada e amanhã eu acordo às 6h. Também, só de poder dizer que o Guarani é o único time do interior paulista (corrija-me se estiver errada) que tem uma estrelinha dourada na camisa… Que alegria!
Nunca pensei que ia me interessar tanto assim por futebol, uns anos atrás eu nem ligava muito, mas é mágico como uma ida ao estádio pode mudar a mente de uma pessoa. Eu não fui a única que senti essa trepidada, esse chacoalhão, minha amiga que foi comigo
também começou a se interessar por futebol e pelo Guarani. Então, meu conselho é: vá ao estádio. Leve seu filho(a) ao estádio. Leve o seu cachorro ao estádio. Deixe que as pessoas conheçam essa alegria, essa adrenalina e esse amor estranhamente estranho.
Não vou terminar o post ridicularizando a Ponte, afinal a campanha deles foi ótima, quase impecável, digamos. Entretanto não deu certo. Havia o Palmeiras para interromper o seu caminho. Então, meus parabéns aos ponte pretanos. Até o próximo campeonato
Bugrão eô!
Meu objetivo aqui, neste primeiro
post, não é fazer um texto cheio de ladainhas. Porque ninguém vai ler isso aqui agora (principalmente agora). E se você, que depois de meses ou anos, resolveu fuçar o meu blog, veja bem como inicio essa postagem. Meu objetivo neste blog é somente aprimorar a minha escrita.
Não vou me apresentar. Não vou falar sobre o meu dia. Até tenho um pingo de vontade, mas não vou – não, não, não e não. Não vou falar o que estou ouvindo neste momento (John Mayer). Não vou falar mal do meu professor de português. Não vou falar mal do Enio. Não vou falar da faculdade. Então, sobre o que vou falar neste primeiro post?
Ok. Vou só fazer um comentário. Não gosto de letras maiúsculas, mas vou fazer um esforço e usarei – somente neste caso. Entretanto, não era sobre isso que ia comentar. Agora pouco, uma amiga minha teve o trabalho de abrir o meu nick no MSNe começamos a conversar. Papo vai, papo vem, chegamos a parte em que ela me convida para assistir uma peça de teatro que o preço está uns 30 reias. A meia. Eu digo que não vou, não tenho dinheiro, está frio, estou sem carro, meu peixe morreu… mas nada adianto. Mas só foi dar uma risadinha – “hahahaha” – e pronto! Magicamente a nossa conversa acabou e ela parou de me amolar pedindo para que eu vá à peça com ela.
As coisas virtualmente são tão fáceis. Não é necessário bloquear aquela pessoa a qual você não quer conversar, é só colocar o homenzinho verde do MSN no ausente e pronto; se essa pessoa quiser falar com você, pode até falar, mas não é necessário respondê-la! Maravilha moderna!
Obs.: Como podem perceber, esse foi o meu primeiro post e a minha primeira visitada no wordpress, então, com o tempo eu aprendo a mexer aqui e a deixa esse blog uma coisa mais legal (pra mim).